
Meu gato, vem, ao meu peito amoroso; Contém as garras afinal.
E que eu mergulhe em teu olhar, formoso. Que é feito de ágata e metal.
Se os meus dedos afagam,
no lazer Tua testa e teu dorso elástico,
Se a minha mão se embriaga de prazer De palpar o teu corpo elétrico.
Em espírito a vejo.
Seu olhar Tão amável como tu és.
É como frios dardos a cortar.
E da cabeça até os pés um ar sutil, um
perfume traiçoeiro Nadando-lhe em torno do Corpo trigueiro.☥






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